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segunda-feira, 23 de maio de 2011

A EMANCIPAÇÃO DO MAIOBÃO E SEUS APROVEITADORES

Não é de hoje que se fala em fazer do Maiobão uma cidade. Densidade demográfica, poder aquisitivo, quantidade de residências, grande número de comércios, além de uma louvável frota de veículos, linhas de ônibus e até transporte alternativo, nosso Maiobão tem tudo para ser transformado em um novo município, contudo aproveitadores de última hora como os irmãos Fonseca, querem voltar a enganar este povo já sofrido, vendendo ilusões.

Cópia da ata e formação da
Comissão de Emancipação
do Maiobão registrada em
cartório no ano de 2001.
Em julho de 2001, portanto à dez anos atrás, reuniram-se vários moradores do Maiobão, sempre aos sábados depois do expediente. Capitaneados pelo Jornalista Caúla Júnior que depois de intensas reuniões decidiram criar a Comissão de Emancipação do Município do Maiobão. Partindo desse princípio elaboraram um projeto acompanhado de um livro de ata e registraram em cartório Notarial do 1º Ofício localizado na avenida 13 do conjunto Maiobão.

Em seguida levaram este projeto juntamente com a ata para a Assembléia Legislativa onde foram recebidos por alguns Deputados Estaduais e deram entrada no pedido de emancipação do município do Maiobão, tendo Caúla Júnior como Presidente da Comissão, Luis Augusto Ribeiro Soares como 1º Secretário, Francisco Alves Araújo como 1º Vice-presidente, Raimundo Nonato Carvalho como 2º Secretário e José Carlos da Silva como Tesoureiro; os conselheiros da então Comissão são os ex-vereadores Leonel Nunes Ribeiro e João Barbosa Batista de Araújo (irmão Batista), e tendo na articulação política Raimundo Sá Pacheco e Pedro da Silva Santos.

Agora vem os irmãos Mábenes e Frank Fonseca na ânsia de tirar dividendos políticos para as próximas eleições, vendendo demagogia aos moradores do nosso bairro, querendo implantar como chip de celular na cabeça de cada morador de que eles são “os caras”, eles estão dando entrada no projeto de emancipação do Maiobão. Um grande engodo, uma verdadeira mentira de políticos que já passaram pela Prefeitura de Paço do Lumiar e nada fizeram.

A verdadeira história é que quando Caúla Júnior carregando a bandeira de emancipação do Maiobão no ano de 2001, era constantemente hostilizado e massacrado por Mábenes e seu irmão Frank Fonseca, um na época era Prefeito e o outro Vereador Presidente da Câmara Municipal; diziam eles que o Caúla estava “viajando na maionese” (frase usada na época). Mas na realidade hoje quem está delirando e o tempo está mostrando quem são: os irmãos Mábenes e Frankvaldo Cruz da Fonseca.

CENTRO COMERCIAL, O GARGALO DOS LUMINENSES

Moradores sem teto

Desde a criação do conjunto residencial Maioba, mais conhecido como Maiobão foi construído no centro deste bairro um Centro Comercial que funcionava como área de compras dos moradores desta área.

Passou-se o tempo e o Centro Comercial foi perdendo espaço para as grandes avenidas de nosso conjunto. E sendo invadido por pessoas sem teto, portanto sem ter onde morar, virou uma verdadeira favela, pois não vieram reformas e nem benefícios algum por parte do governo do Estado que é o seu donatário.

Centro Comercial do Maiobão, a espera de uma decisão judicial
Em agosto de 1997, o então prefeito da época deu entrada na sexta vara de fazenda pública no fórum Sarney Costa no Calhau na ação de execução fiscal solicitando da CODERMA (Companhia de Desenvolvimento Rod do Maranhão) que fosse cedido aquele rol de imóveis para a prefeitura de Paço do Lumiar.

Corredor da morte do Centro Comercial
a espera da ressurreição
Hoje, já estamos a quatorze anos que foi feito esse requerimento ao governo do Estado do Maranhão através da antiga CODERMA e até o momento não se tem sequer uma resposta para os nossos anseios de ver um Centro Comercial restaurado, bonito e sendo atraídos por novas lojas comerciais. Pois hoje, o nosso grande bairro que além de mais de 5 mil residências, tem toda uma circunvizinhança que compreende mais de 30 mil imóveis e está ficando com as suas avenidas cheias de pontos comerciais.

Necessitamos que o juiz da 6ª Vara de Fazenda Pública veja com urgência e carinho essa petição para que possamos usufruir novamente do nosso Centro Comercial do Maiobão.
Imagens cedidas gentilmente pelo blog Radar Luminense.